Autor: pbelasco
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Arqueologia na Amazônia e o futuro da floresta
O material apresentado pelo professor Eduardo Neves do MAE/USP apresenta um panorama sobre o andamento das atividades de pesquisa arqueológicas, e a produção de conhecimento sobre a paisagem e os povos da Amazônia anteriores à colonização européia do continente.
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Bioeconomia indígena: saberes ancestrais e tecnologias sociais
O relatório “Bioeconomia indígena: saberes ancestrais e tecnologias sociais” é resultado da colaboração entre a ‘Uma Concertação pela Amazônia’, WRI Brasil e os autores Braulina Baniwa e Francisco Apurinã
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Por uma bioeconomia inclusiva e que mantenha em pé a floresta
CARINA PIMENTA – diretora-executiva da Conexsus (InstitutoConexões Sustentáveis) e ANDREA AZEVEDO – diretora deDesenvolvimento Institucional da Conexsus. Publicado na Revista Interesse Nacional. Ano 13 • edição especial 01 • bioeconomia • agosto 2020 A Organização das Nações Unidas para Agricultura e alimentação (FAO) define bioeconomia como produção, utilização e conservação de recursos biológicos, incluindo conhecimento,…
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Respeito ao protagonismo dos povos da Amazônia
Especialistas debatem os desafios do desenvolvimento sustentável e da governança ambiental na Amazônia. As palestras fizeram parte da programação da Disciplina “Governança Ambiental: Bioeconomia na Amazônia” da FEAUSP.
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Nova metodologia projeta crescimento de árvores nativas
Método tem potencial de elevar rentabilidade de restauração florestal viabilizando projetos de reflorestamento
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A Complementaridade Entre os Saberes
Em entrevista à Agência FAPESP, a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha fala sobre a relevância do conhecimento indígena
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Mercados para Bioconomia baseada em espécies nativas brasileiras
Em artigo publicado no Journal Ecological Economics Ribeiro, et al., discutem o potencial dos mercados da bioeconomia baseados no uso de espécies nativas no Brasil. Segundo os autores, os mercados da biodiversidade são bastante promissores, mas são acompanhados de controvérsias. O artigo mapeia a utilização de espécies nativas em onze setores industriais: alimentos, bebidas, têxteis, vestuário, couro, madeira,…
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A bioeconomia no Amazonia 2030
O estudo Amazonia 2030 aborda as oportunidades de desenvolvimento em quatro macrozonas: Amazônia florestal, Amazônia florestal sob pressão, Amazônia desmatada, Amazônia não florestal e Amazônia urbana.
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Riscos e insegurança para uma bioeconomia sustentável
“A Amazônia tem sofrido cada vez mais com a ameaça do crime e da violência que avança de forma descontrolada. Se o desmatamento desenfreado e a exploração ilegal de minérios são variáveis presentes há décadas na região, que também convive diariamente com a violência decorrente dos conflitos fundiários, a disseminação de facções criminosas que atuam…
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Diálogos amazônicos
Publicação reúne contribuições do projeto Biota/Fapesp para o debate sobre sustentabilidade e inclusão